Na foto, as famílias do noivo e da noiva aparecem reunidas na sala do trono do Palácio de Buckingham.
Foram divulgadas neste sábado, 30, fotos oficiais do casamento do príncipe William com a agora duquesa de Cambridge, Kate Middleton. Na imagem, as famílias do noivo e da noiva aparecem reunidos na sala do trono do Palácio de Buckingham.
Veja foto oficial do casamento do príncipe William e Kate Middleton
sábado, 30 de abril de 2011
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Rumo à festa em Buckingham, Kate celebra bom tempo no casamento
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Tivemos um dia maravilhoso', disse a agora duquesa de Cambridge.
Previsão era de que choveria durante o casamento real.
Catherine, a agora duquesa de Cambridge, expressou nesta sexta-feira (29) sua felicidade pelo seu casamento com o Príncipe William na Abadia de Westminster, em Londres.
Horas depois da cerimônia, Kate falou brevemente com um fotógrafo da agência local "PA", que a fotografou quando se dirigia à festa noturna no `Palácio de Buckingham.
"Fiquei feliz que o tempo tenha permanecido bom", disse Kate, já sem o vestido do casamento. "Tivemos um dia maravilhoso."
A previsão era de que chovesse durante a cerimônia.
Kate ao lado de Camila, duquesa da Cornualha e mulher de Charles
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Veja as Fotos de Wellington Menezes de Oliveira, autor do massacre que fez 12 vítimas na Escola Municipal de Tasso da Silveira em Realengo
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Foram divulgadas pela Secretaria de Segurança Pública do estado. Sempre sozinho, as fotografias mostram o atirador empunhando armas, segurando uma espécie de carta e, em cinco delas, usando barba.

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Vítima de atirador de Realengo não quer voltar à escola onde foi baleada
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Carlos Matheus teve alta do hospital nesta segunda-feira (11).
Massacre na Escola Municipal Tasso da Silveira deixou 12 crianças mortas.
O menino Carlos Matheus, de 13 anos, ainda se recupera do trauma após o ataque à Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, na última quinta-feira (11). Ele levou dois tiros no braço esquerdo e um de raspão no peito. Carlos era amigo de dez das doze vítimas do atirador Wellington Menezes de Oliveira.
Foi muito triste”, resumiu o menino, que ainda não consegue falar sobre o que se passou dentro da sala de aula. Ele teve alta nesta segunda-feira (11) do Hospital Estadual Albert Schweitzer, também em Realengo, e tinha acabado de chegar em casa. Carlos Matheus está com medo de voltar à escola. “Quero estudar, mas em qualquer outro lugar, não na Tasso. Quem me garante que isso não vai acontecer lá de novo?”.
Carlos Matheus estudava há três anos no mesmo colégio, que fica a duas quadras da casa dele. Os pais não sabem como resolver o problema.“A gente conversou com as autoridades, e eles falaram ‘a gente transfere ele para outra escola da região’. Mas aqui não tem nenhuma escola que preste”, disse a mãe de Carlos Matheus, a cabeleireira Carla Daniele Vilhena de Souza.
O menino contou, ainda, que não conversou com nenhum amigo desde que teve alta do hospital. Ele conseguiu falar apenas com Renata, amiga que também estava internada no Albert Schweitzer e teve alta na sexta-feira (8). “Ela me deu boa sorte”, disse ele, que desejou ”coragem” aos amigos que ainda estão internados, “para que eles possam melhorar também”.
'Foi aterrorizante', diz mãe
Carla contou que no dia do ataque ficou sabendo pelo sogro que o filho tinha sido atingido. “Quando cheguei na escola ele já tinha ido para o hospital. Fui a primeira mãe a chegar lá. Foi aterrorizante. Mas graças a Deus a gente já está em casa".
Enquanto estava no hospital, Carlos Matheus ficou pensando nas outras vítimas da tragédia. “Só queria melhorar e falar com meu amigo Diego”, disse, explicando que um colega também está internado no hospital. “Eles não me deixaram ir ver ele, mas ele está melhorando, está bem melhor do que estava. Espero que isso não aconteça nunca mais,” desejou.
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Leia a íntegra da carta do atirador que invadiu escola no RJ
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Atirador se suicidou após matar pelo menos 11 crianças.
13 ainda estão internadas após ataque na manhã desta quinta-feira.
Na carta encontrada com o atirador que abriu fogo dentro da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, na manhã desta quinta-feira (7), Wellington Menezes de Oliveira fala de questões religiosas e dá indícios de que o ataque foi premeditado, além de pedir perdão pelo crime. Segundo o hospital para onde foram levadas vítimas, 11 crianças morreram e 13 estão feridas, sendo 4 em estado grave.
Leia a íntegra da carta:“Primeiramente deverão saber que os impuros não poderão me tocar sem luvas, somente os castos ou os que perderam suas castidades após o casamento e não se envolveram em adultério poderão me tocar sem usar luvas, ou seja, nenhum fornicador ou adúltero poderá ter um contato direto comigo, nem nada que seja impuro poderá tocar em meu sangue, nenhum impuro pode ter contato direto com um virgem sem sua permissão, os que cuidarem de meu sepultamento deverão retirar toda a minha vestimenta, me banhar, me secar e me envolver totalmente despido em um lençol branco que está neste prédio, em uma bolsa que deixei na primeira sala do primeiro andar, após me envolverem neste lençol poderão me colocar em meu caixão. Se possível, quero ser sepultado ao lado da sepultura onde minha mãe dorme. Minha mãe se chama Dicéa Menezes de Oliveira e está sepultada no cemitério Murundu. Preciso de visita de um fiel seguidor de Deus em minha sepultura pelo menos uma vez, preciso que ele ore diante de minha sepultura pedindo o perdão de Deus pelo o que eu fiz rogando para que na sua vinda Jesus me desperte do sono da morte para a vida eterna.”
"Eu deixei uma casa em Sepetiba da qual nenhum familiar precisa, existem instituições pobres, financiadas por pessoas generosas que cuidam de animais abandonados, eu quero que esse espaço onde eu passei meus últimos meses seja doado a uma dessas instituições, pois os animais são seres muito desprezados e precisam muito mais de proteção e carinho do que os seres humanos que possuem a vantagem de poder se comunicar, trabalhar para se alimentarem, por isso, os que se apropriarem de minha casa, eu peço por favor que tenham bom senso e cumpram o meu pedido, por cumprindo o meu pedido, automaticamente estarão cumprindo a vontade dos pais que desejavam passar esse imóvel para meu nome e todos sabem disso, senão cumprirem meu pedido, automaticamente estarão desrespeitando a vontade dos pais, o que prova que vocês não tem nenhuma consideração pelos nossos pais que já dormem, eu acredito que todos vocês tenham alguma consideração pelos nossos pais, provem isso fazendo o que eu pedi."
O ataque
Wellington, de 23 anos, entrou em uma escola municipal nesta manhã, atirou contra alunos em salas de aula lotadas, foi atingido por um policial e se suicidou. O crime foi por volta das 8h30.
Segundo autoridades, Wellington é ex-aluno, como era conhecido na escola, e entrou sob alegação de que iria fazer uma palestra. Seu corpo foi retirado por volta das 12h20, segundo os bombeiros. De acordo com a polícia, Wellington não tinha antecedentes criminais.
Wellington, de 23 anos, entrou em uma escola municipal nesta manhã, atirou contra alunos em salas de aula lotadas, foi atingido por um policial e se suicidou. O crime foi por volta das 8h30.
Segundo autoridades, Wellington é ex-aluno, como era conhecido na escola, e entrou sob alegação de que iria fazer uma palestra. Seu corpo foi retirado por volta das 12h20, segundo os bombeiros. De acordo com a polícia, Wellington não tinha antecedentes criminais.
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Polícia diz que 11 crianças morreram no ataque a escola no Rio
Pouco antes, diretor havia falado em 13 mortes.
Atentado aconteceu na manhã desta quinta-feira em escola na Zona Oeste.
A Polícia Civil corrigiu na noite desta quinta-feira (8) o número de mortos no atentado a uma escola em Realengo, na Zona Oeste do Rio, para 11 mortos. Mais cedo, o diretor de Polícia técnica e científica da Polícia Civil, Sérgio Henrique, havia afirmado que 13 crianças morreram no ataque. As 11 crianças são vítimas do ataque à escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio. Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, atirou contra alunos em salas de aula lotadas, foi atingido por um policial e se suicidou. O crime foi por volta das 8h30.
A Polícia divulgou lista de vítimas:
1- Karine Chagas de Oliveira, 14 anos
2- Rafael Pereira da Silva, 14 anos
3- Milena dos Santos Nascimento, 14 anos
4- Mariana Rocha de Souza, 12 anos
5- Larissa dos Santos Atanázio, (aguardando documento)
6- Bianca Rocha Tavares, 13 anos
7- Luiza Paula da Silveira, 14 anos
8- Laryssa Silva Martins, 13 anos
9- Géssica Guedes Pereira (aguardando documento)
10- Samira Pires Ribeiro, 13 anos
11- menina não identificada - aguardando identificação de familiares
1- Karine Chagas de Oliveira, 14 anos
2- Rafael Pereira da Silva, 14 anos
3- Milena dos Santos Nascimento, 14 anos
4- Mariana Rocha de Souza, 12 anos
5- Larissa dos Santos Atanázio, (aguardando documento)
6- Bianca Rocha Tavares, 13 anos
7- Luiza Paula da Silveira, 14 anos
8- Laryssa Silva Martins, 13 anos
9- Géssica Guedes Pereira (aguardando documento)
10- Samira Pires Ribeiro, 13 anos
11- menina não identificada - aguardando identificação de familiares
Wellington é ex-aluno da escola onde foi o ataque. Seu corpo foi retirado por volta das 12h20, segundo os bombeiros. De acordo com polícia, Wellington não tinha antecedentes criminais.
A polícia diz que ele portava dois revólveres calibre 38 e equipamento para recarregar rapidamente a arma. Esse tipo de revólver tem capacidade para 6 balas.
Segundo testemunhas, Wellington baleou duas pessoas ainda do lado de fora da escola e entrou no colégio dizendo que faria uma palestra.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, ele falou com uma professora e seguiu para uma sala de aula. O barulho dos tiros atraiu muitas pessoas para perto da escola (Presenciou o caso? Envie fotos e vídeos ao VC no G1).
O sargento Márcio Alves, da Polícia Militar, fazia uma blitz perto da escola e diz foi chamado por um aluno baleado. "Seguimos para a escola. Eu cheguei, já estavam ocorrendo os tiros, e, no segundo andar, eu encontrei o meliante saindo de uma sala. Ele apontou a arma em minha direção, foi baleado, caiu na escada e, em seguida, cometeu suicídio", disse o policial (veja abaixo a declaração, em reportagem do Jornal Hoje).
A escola foi isolada, e os feridos foram levados para hospitais. Os casos mais graves foram levados para o hospital estadual Albert Schweitzer, que fica no mesmo bairro o colégio.
Sobrevivente conta como foiUma das alunas lembra os momentos de terror na unidade. A menina de 12 anos disse que viu o atirador entrar na escola. Ela estava dentro da sala de aula quando ele abriu fogo contra os alunos.
“Ele começou a atirar. Eu me agachei e, quando vi, minha amiga estava atingida. Ele matou minha amiga dentro da minha sala”, conta ela, que afirma que estava no pátio na hora em que o atirador entrou na escola.
“Ele estava bem vestido. Subiu para o segundo andar e eu ouvi dois tiros. Depois, todos os alunos subiram para suas salas. Depois ele subiu para o terceiro andar, onde é a minha sala, entrou e começou a atirar”, completou.
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