Um mês já passou e o adolescente ainda convive com o apito no corpo. O objeto é tão pequeno que nem aparece na radiografia. Na avaliação dos médicos, o apito deve estar escondido em alguma parte das vias respiratórias.
Carlos foi transferido de Itabuna, no sul da Bahia, para um hospital em Salvador. O menino foi examinado e vai passar por outros exames de raio x. Ainda nesta quinta-feira ele deverá ser submetido a um procedimento médico para a retirada do apito.
“O paciente deve ser operado para retirar esse corpo estranho através de broncoscopia, um procedimento que não é necessário abertura do tórax”, explica o médico.
Dona Zélia confia no sucesso da cirurgia. Quer ver o filho voltando pra casa sem o incômodo objeto que não para de apitar.


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